quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Minha Imaginaria

Tua presença, me acalma
Nua de descrença e doce de alma
Pura, de fé insípida , me ensina a cantar

Vida de tesouro Virgem
Mata de rios fartos
Olhos de horizonte, a vertigem

Amor que tanto te faz amar ?
Túnica clara para noite disfarçar
Luz, ante a força do olho tende a me questionar

Tantas vidas, e noites queridas. Tantas vidas, que me causaram feridas
Tantas, tantas , que cantas?
Tontos, canto contos de quem tanto me tenta.

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