Tempos de fome
Onde a luta é constante
Tempos de pessoas sem nome
Onde a virtude do companheirismo é muito importante
Dias de paz
Quando vão chegar ?
Meu pai disse que a vitoria é você quem faz
Por quanto tempo mais tenho que lutar ?
Pai essas suas palavras que surgem
Vão no coração e voltam
Pai essas marcas são marcas de ferrugem
Das armas que tanto me importavam
Pai qual o futuro daqueles que choram ?
Quero ir pra casa
Quero as coisas como eram
Não quero mais sentir o cheiro da fumaça
Quero ter mais um natal
Pai diz a todos que não sei mais se estou vivo
Diz à mãe que não é sua culpa e não fique mal
Pois meu filho vai nascer e mesmo estando morto é nele que eu vivo.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Coração para um Lobo
Coloque a mão no seu coração agora,
Ele está dizendo que precisa de mim rápido,
Precisa sentir minha mão,
Meu beijo,
Meu cheiro.
Veja, seu olho condena seu pensamento
Que brilha quando me ver,
Que cintila ao saber
Que eu ainda amo você
Calma seu coração não vai correr
Ele vai vir calmamente para meus braços
Não se preocupe ele não vai cair
Sei que são os primeiros passos dele fora do seu corpo
Mais eu estarei pronto para pega-los quando ele cair, isso se ele cair.
É minha voz que você quer escutar
Ao seu lado, dizendo que te ama,
Dizendo que eu te quero só pra mim
E as vezes fico na dúvida, que feitiço é esse?
E logo vem aquele frio na barriga
Que apenas sinto quando ela sorri ao meu lado
Enfim, acho que desta vez eu cai do cavalo
Mais não doeu, pois eu estava concentrado.
Ele está dizendo que precisa de mim rápido,
Precisa sentir minha mão,
Meu beijo,
Meu cheiro.
Veja, seu olho condena seu pensamento
Que brilha quando me ver,
Que cintila ao saber
Que eu ainda amo você
Calma seu coração não vai correr
Ele vai vir calmamente para meus braços
Não se preocupe ele não vai cair
Sei que são os primeiros passos dele fora do seu corpo
Mais eu estarei pronto para pega-los quando ele cair, isso se ele cair.
É minha voz que você quer escutar
Ao seu lado, dizendo que te ama,
Dizendo que eu te quero só pra mim
E as vezes fico na dúvida, que feitiço é esse?
E logo vem aquele frio na barriga
Que apenas sinto quando ela sorri ao meu lado
Enfim, acho que desta vez eu cai do cavalo
Mais não doeu, pois eu estava concentrado.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Rotina dos meus Sonhos
Anoitece.
A lua minha companheira de lagrimas
Surge, suave, branca e bela e como sempre
Traz a lembrança de noites tão singelas
E me martela com uma emoção tão secreta.
Amanhece.
E outra vez
Meu leão me espera.
Na porta de minha choupana
Mais de dezesseis mortos,
Dentre eles o carteiro.
"Quem derrama o leite vai no ensopado de carneiro"
Já dizia minha avó ao alimentar sua quimera.
Entardece.
Macabro, mais ainda assim é meu preferido.
Marco minhas garras na pele do cordeiro
Tiro meus fardos e jogo pro olheiro
Pois nas minhas costas estarão as masmorras
E apenas isso importará agora.
Novamente anoitece.
E meu dia acaba ou começa?
De novo essa velha promessa.
Vou embora e a hora que mais se apressa.
Amanhã, meu dia começa, e ao dormir minha mente viaja por outras mentes
Afinal eu sou o Lobo o criador de sonhos.
A lua minha companheira de lagrimas
Surge, suave, branca e bela e como sempre
Traz a lembrança de noites tão singelas
E me martela com uma emoção tão secreta.
Amanhece.
E outra vez
Meu leão me espera.
Na porta de minha choupana
Mais de dezesseis mortos,
Dentre eles o carteiro.
"Quem derrama o leite vai no ensopado de carneiro"
Já dizia minha avó ao alimentar sua quimera.
Entardece.
Macabro, mais ainda assim é meu preferido.
Marco minhas garras na pele do cordeiro
Tiro meus fardos e jogo pro olheiro
Pois nas minhas costas estarão as masmorras
E apenas isso importará agora.
Novamente anoitece.
E meu dia acaba ou começa?
De novo essa velha promessa.
Vou embora e a hora que mais se apressa.
Amanhã, meu dia começa, e ao dormir minha mente viaja por outras mentes
Afinal eu sou o Lobo o criador de sonhos.
domingo, 12 de setembro de 2010
Masmorra começa com J
Teu olhar me pegou,
Teu olhar é denso,
Teu olhar é tenso,
Teu olho sempre me intrigou.
Sempre aberta para teu coração
É tua boca, que me chama,
E que treme ao pronunciar meu nome,
Que foge da marca que faço e que faço com prazer, pois
É tua boca que morde a minha em momentos de emoção
Tua mão é que me arranha o tronco,
Tua mão é que me arrepia a alma,
Tua mão marcada em meu carma,
Tua mão que me segura no meio bronco.
Tuas palavras mais que sinceras,
Prendem-me em pensamentos
E apenas duas palavras eu escuto
Apenas tua voz eu prefiro ouvir
“te quero” .calmas,lindas e severas
Tudo tinha e não tinha nada
Tanto tempo, e logo o tempo me falha
Tão longe estou de ser um canalha, que
Temo apenas da saudade, das garras da Fada.
E mais nada.
Teu olhar é denso,
Teu olhar é tenso,
Teu olho sempre me intrigou.
Sempre aberta para teu coração
É tua boca, que me chama,
E que treme ao pronunciar meu nome,
Que foge da marca que faço e que faço com prazer, pois
É tua boca que morde a minha em momentos de emoção
Tua mão é que me arranha o tronco,
Tua mão é que me arrepia a alma,
Tua mão marcada em meu carma,
Tua mão que me segura no meio bronco.
Tuas palavras mais que sinceras,
Prendem-me em pensamentos
E apenas duas palavras eu escuto
Apenas tua voz eu prefiro ouvir
“te quero” .calmas,lindas e severas
Tudo tinha e não tinha nada
Tanto tempo, e logo o tempo me falha
Tão longe estou de ser um canalha, que
Temo apenas da saudade, das garras da Fada.
E mais nada.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Pobre Ricos
I
Tantas certas palavras ,
Tantas cegas mentiras,
Tantas vidas perdidas,
Tantas portas sem travas
Igual ao destino perfeito
Sem tom, som ou melancolia
Igual ao braço direito,
Sem força, raiva ou agonia
Sinto a badalada do sino
Sinto a vós vermes patriotas,
Ao cantar com força o hino.
Sem medo compram céu e terra
Sem pressa, compram lorotas
E por fim compram um infinito de serras
II
Aquele que o dinheiro cativa,
Morre de medo da existência,
Na podridão de sua iminência,
Como o peso fúnebre da consciência.
Temer ao poder supremo?
Para quem manda nos corpos
A mente é o de menos
Brincam de ser Deus brincam de ser mortos.
Mais se és touro e a riqueza te domina
Mais forte é aquele
Que vive em pobre e sofrida sina.
Sempre rico, sempre vivo,
Sempre nós, sempiterno,
Tudo sempre. Eu duvido.
Tantas certas palavras ,
Tantas cegas mentiras,
Tantas vidas perdidas,
Tantas portas sem travas
Igual ao destino perfeito
Sem tom, som ou melancolia
Igual ao braço direito,
Sem força, raiva ou agonia
Sinto a badalada do sino
Sinto a vós vermes patriotas,
Ao cantar com força o hino.
Sem medo compram céu e terra
Sem pressa, compram lorotas
E por fim compram um infinito de serras
II
Aquele que o dinheiro cativa,
Morre de medo da existência,
Na podridão de sua iminência,
Como o peso fúnebre da consciência.
Temer ao poder supremo?
Para quem manda nos corpos
A mente é o de menos
Brincam de ser Deus brincam de ser mortos.
Mais se és touro e a riqueza te domina
Mais forte é aquele
Que vive em pobre e sofrida sina.
Sempre rico, sempre vivo,
Sempre nós, sempiterno,
Tudo sempre. Eu duvido.
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