segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Trivial a um fracasso

As palavras que hoje profano
Batem nas portas dos asilos oriundos
Que hoje apenas se respira o metano
Das profundezas inquietas dos mundos.

Do meu ventre nada se cria
Da luz que há no mundo
Sem fama som ou melodia
Eu sou o pesadelo mais profundo.

Porque a pobreza me guia ?
Da tristeza mais baixa que há no mundo
A pior delas me cria.

Me devora de uma vez
Meu monstro de três dias
Eu já estou no dia três.

3 comentários:

  1. Parabéns, suas palavras são dignas de um grande poeta! sua inspiração corresponde ao âmago do sentimento puro e verdadeiro... seu estilo lembra o saudoso Augusto dos Anjos, sinto-me orgulhoso, Parabéns!

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  2. eh que ele fez esse poema quando estávamos estudando sobre o proprio autor^^

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