As palavras que hoje profano
Batem nas portas dos asilos oriundos
Que hoje apenas se respira o metano
Das profundezas inquietas dos mundos.
Do meu ventre nada se cria
Da luz que há no mundo
Sem fama som ou melodia
Eu sou o pesadelo mais profundo.
Porque a pobreza me guia ?
Da tristeza mais baixa que há no mundo
A pior delas me cria.
Me devora de uma vez
Meu monstro de três dias
Eu já estou no dia três.
demais .
ResponderExcluirParabéns, suas palavras são dignas de um grande poeta! sua inspiração corresponde ao âmago do sentimento puro e verdadeiro... seu estilo lembra o saudoso Augusto dos Anjos, sinto-me orgulhoso, Parabéns!
ResponderExcluireh que ele fez esse poema quando estávamos estudando sobre o proprio autor^^
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